Arquivo de março, 2009

Lucky

Jason Mraz e Colbie Caillat em uma canção (singela) que foi, tipo assim, amor à primeira escutada.

Há tempos uma música não mexia tanto comigo.

(Suspiro.)

Boy I hear you in my dreams
I feel your whisper across the sea
I keep you with me in my heart
You make it easier when life gets hard

Revirando o passado

Pessoas,

Recuperei os posts do meu antigo blog “Vilarejo Íntimo” (www.vilarejointimo.blogger.com.br), desde 2004. Pra quem quiser dar uma remexida no baú, tá tudo aí. Fiquem à vontade pra fuxicar o arquivo.

;-)

Layout do Vilarejo Íntimo (com Windows 98 e tudo)

Layout do Vilarejo Íntimo (com Windows 98 e tudo)

10 coisas bobas que me fazem sorrir

1. Comer brigadeiro quente na panela.

2. Receber torpedos.

3. Meu sapo (de pelúcia).

4. As vinhetas de baixo de Seinfeld.

5. Acordar tarde.

6. Show bom – e show ruim.

7. Andar na chuva no verão.

8. Tomar sorvete no inverno.

9. Ouvir “aquela” música.

10. Lembrar de um sonho bom no meio de um dia ruim.

Cafa que é cafa tem que tocar guitarra?

Num papo de bar com recém-conhecidas, discutíamos o fato de todo músico ser ou não ser CAFA. Umas declaravam repulsa ao tipo, por correr mais risco que a média de serem traídas. Outras, apesar da má fama de mulherengos dos mocinhos, admitiam o fato de se sentirem atraídas por músicos como insetos em volta da lâmpada. (O problema é que muitas vezes essa lâmpada é daquelas de açougue, que matam as coitadas das mosquinhas.)

Sei lá, eles realmente têm algo a mais que acabam encantando a gente. E vale ressaltar que não estou aqui falando só de músicos “famosos”. Não precisa aparecer sempre na ilha de Caras ou em clipes na MTV. Nem mesmo aqueles profissionais desconhecidos, mas que vivem da música. Pode ser qualquer um amador mesmo, se arranhar um violão e tocar em uma bandinha de garagem já tá valendo. Porque o que conta na verdade é o espírito da coisa, os gostos pessoais, o estilo e o jeito de ser da criatura. Isso já basta para gente querer bancar a groupie.

Se um cara “normal”te manda uma musiquinha bonitinha da moda (super batida e medíocre, clichezão mesmo) em mp3 pelo messenger, o músico vai ligar a câmera do MSN e te fazer uma “serenata” virtual ao violão, totalmente “live” (yeeeeaahhhh!), possivelmente com aquela música super cult e style. Se você der sorte e o bichinho estiver realmente a fim, pode até ser uma canção composta especialmente para você (suspiros…).

Se você namora um advogado, provavelmente ele vai usar aquelas roupinhas certinhas e comuns, iguais a todos os executivos, daqueles que caminham, apressados, pela Avenida Rio Branco, de terno, mesmo sob um sol escaldante de verão, como um exército de pinguins que se perderam do pólo sul e vieram parar nos trópicos. O músico vai usar roupas criativas, sejam de grifes caríssimas ou do camelô mais próximo, mas sempre fazendo parecer algo inovador e super “in”, se destacando das demais pessoas e demonstrando sua personalidade.

Mas é aquela coisa… Com tantos predicados assim, a espécie pode se tocar que ninguém vai resistir se “usar os seus poderes para o mal”…

O músico usa e abusa de toda sua criatividade e sensibilidade para ser altamente persuasivo na conquista de uma ou de um milhão, dependendo se sua índole. E vamos combinar que é difícil encontrar um músico “certinho”, porque a tentação é grande.

Se com uma pessoa normal você já sofre com a concorrência da mulherada querendo beliscar do que é seu, principalmente se o gajo for bonito, com um músico o buraco é muuuuuuito mais embaixo. A batalha é ainda mais acirrada, (pasmem!) mesmo se o dito cujo for bem feiosinho. Porque, nesse caso, o estilo, o charme e o poder de uma guitarra trazem mais benefícios do que uma plástica com Dr. Hollywood. Agora, se for músico e bonito, então, amiga… Presta vestibular pra Medicina que é mais fácil e relação candidato-vaga é menor, ok?

Com tanta chuva nessa hortinha, e com a velha desculpa de que a carne é fraca, o músico acaba tendo um alto índice de rotatividade e, consequentemente, aprontando bastante.

Já estava quase mudando minha frase cRássica para “Cafa que é cafa tem que tocar guitarra”, quando resolvi pensar com calma e amenizar um pouco…

Tudo no músico é “ÃO”: emoção, diversão, tensão (eu disse teNsão!), cabelão (ui!)… Na verdade, músicos têm todas as características de um homem “normal” intensificadas, sejam elas boas ou ruins. Cheguei à conclusão de que é por isso que eles acabam se destacando tanto e fazendo tamanho “estrago” ou marcando de forma definitiva a nossa vida.

Ou seja, existe a mesma probabilidade de você ser traída por um músico do que por um engenheiro. A diferença é que o engenheiro vai te trair com uma mulézinha normal qualquer, de modo discreto, e você será a última a saber. E o músico vai te trair numa orgia com meia dúzia de groupies piriguetes, todo mundo vai saber, e ainda vai tentar fazer você aceitar que tudo isso é normal… rs rs…

Ok, ok, eu tô sendo bastaaaaante exagerada no estereótipo. Mas é só pra ilustrar a diferença na intensidade e no sentido da coisa. Até porque, meu objetivo não é queimar totalmente o filme deles, mas só alertar que para encarar uma relação com um músico é bom estar preparada para tudo e gostar de fortes emoções. Se der errado, vai ser punk, tipo o pior cafa de todos os tempos. Mas se por acaso der certo, pode ser a melhor experiência da sua vida.

E aí, quem arrisca? ;-)