Publicado por Lina Vieira on 24/08/2009 |
2 comentários | Tags:Amor, Sol
Eu já decorei o seu gosto
E a memória da sua pele brilha pra mim
Porque o sol da sua casa tem uma cor diferente
Mesmo quando estou longe
É o seu nome que segue meu caminho
Nos dias em que não estou só
Você acredita em amor eterno
Em corações partidos e dores sem fim
Mas amar é só o começo do dia!
Minha vida anda tão boa
Eu ando tão cheia de mim
Que posso deixar tudo assim
E achar que sou feliz à toa
Mas o mundo dá tantas voltas
E a menor brisa pode te trazer de volta
Ao mesmo começo
Ao mesmo fim
Publicado por Lina Vieira on 23/08/2009 |
7 comentários | Tags:Marcas

Alguém lembra do sorvete Sem Nome?
1. Rede TV!
2. Revista Domingo.
3. Revista da Semana.
4. Jornal de Notícias (Hein?! Esse só podia ser de Portugal!).
5. Cartoon Network.
6. Supermarket.
7. Jornal Nacional.
8. Toda Sexta.
9. History Channel.
10. The Band.
(Quando eu for mãe, vou batizar a criança de Filho.)
Publicado por Lina Vieira on 20/08/2009 |
1 comentário | Tags:Clarice Lispector, Escrever, Palavras, Pensamentos

“Quando não estou escrevendo, eu simplesmente não sei como se escreve. E se não soasse infantil e falsa a pergunta das mais sinceras, eu escolheria um amigo escritor e lhe perguntaria: como é que se escreve? Porque, realmente, como é que se escreve? Que é que se diz? E como dizer? E como é que se começa? E que é que se faz com o papel em branco nos defrontando tranquilo? Sei que a resposta, por mais que intrigue, é a única: escrevendo. Sou a pessoa que mais se surpreende de escrever. E ainda não me habituei a que me chamem de escritora. Porque, fora das horas em que escrevo, não sei absolutamente escrever. Será que escrever não é um ofício? Não há aprendizagem, então? O que é? Só me considerarei escritora no dia em que eu disser: sei como se escreve.”
Clarice Lispector
Publicado por Lina Vieira on 16/08/2009 |
1 comentário | Tags:Felicidade, Leblon, Sol
Tem horas em que ser simples e simplista é o melhor para a alma.
Simplista como esquecer os problemas.
Simples como um domingo de sol.
Simplista como ignorar uma realidade chata.
Simples como um coração leve.
* * *
Sejam bem-vindos a minha casa nova.
Puxem uma cadeira e fiquem à vontade.