Up in the air – Amor sem escalas
Quando calor e humores infernais nos rodeiam, nada melhor do que hibernar em uma sala de cinema estupidamente gelada, pagando meia e tendo apenas um milk shake de Ovomaltine crocante como companhia.
Meu refúgio hoje foi Up in the air, mais conhecido como o novo do George Clooney com aquela menina chata de Crepúsculo (Anna Kendrick).

O filme narra a vida de um consultor que viaja pelos Estados Unidos demitindo funcionários de empresas em crise. Definitivamente, não é uma história de amor – mais uma das já manjadas propagandas enganosas nos títulos nacionais. Tampouco é uma comédia em seu sentido literal – nunca acreditem nas classificações.
É um filme leve, mas daqueles que te deixam com idéias na cabeça. Daqueles sem finais romântico-idealizados. Daqueles que te fazem pensar como o convívio social e pode ser insuportável e/ou dispensável. Mas daqueles que te fazem pensar como o convívio social é imprescindível.
Pessoas são um saco, mas são maravilhosas.
* * *
A virtude está no meio.
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Adorei as duas últimas frases. (o filme eu não vi ainda!)
Gostei muito do filme. Bons diálogos, roteiro enxuto, montagem bacana (quero fazer malas com a precisão e a velocidade do Ryan) e George Clooney fazendo cada vez melhor o papel de George Clooney. Beijos e mais sucesso com o blog!
Segundo Aristóteles,a virtude é um justo meio entre um vício por falta e um vício por excesso.