Simplesmente

Leblon

Tem horas em que ser simples e simplista é o melhor para a alma.

Simplista como esquecer os problemas.

Simples como um domingo de sol.

Simplista como ignorar uma realidade chata.

Simples como um coração leve.

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Sejam bem-vindos a minha casa nova.

Puxem uma cadeira e fiquem à vontade.


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Teclando da pri (Ou: Pra que serve mesmo o Twitter?)

Pois é, pra quem ainda não percebeu, estou no Twitter. Entrei já há algum tempo, quando fui criar a conta do MB. Ainda tô naquela fase de amor e ódio: não gosto nem desgosto, simplesmente não deu pra evitar, foi mais forte do que eu.

Todo mundo twitta. Toooooodo mundo. O Obama tá lá. Mas se vc preferir o Al Gore ou o (batata frita) McCain, também tem. Jenifer Aniston terminou com o John Mayer por causa da sua compulsão Twitter. O Ashton Kutcher posta foto da bunda da Demi Moore. E tá tuuuudo certo. Nos twitters tupiniquins, o top de seguidores é o Marcelo Tas, que já tem até patrocínio da Telefonica no seu micro-blog. Ouvi falar que o Lula e o (rei) Roberto Carlos iam entar no Twitter.

E você, recebendo os twits desse povo, se sente o supra-sumo do íntimo de todas essas celebridades, mesmo que quem escreva seja sua equipe de 47 assessores.

(Pra quem quiser conhecer esse ranking dos top twitters, um bom site é o We Follow.)

Até a imprensa “tradicional” resolveu aderir à coisa e agora todos os jornais, revistas e programas de TV têm sua continha no Twitter. Virou um inferno, eu sei. Na sua própria rodinha de amigos, a parada vira chat, e já vi gente convidando pra almoçar alguém do escritório ao lado pelo Twitter, fazendo confidências em público e até mesmo brincando de adedânia (sei-lá-como-escreve-isso).

Se nada disso conseguiu atraiu sua atenção, você pode receber as mensagens que uma plantinha envia quando precisa ser regada (!!) ou, pra quem mora em Londres, saber quando saiu aquela baguete quentinha na padaria da esquina.

Mas tudo isso só serve para perguntar: E aí? Pra que serve esse tal de Twitter?

Acho que o Twitter já transcendeu a um espaço para responder à pergunta “O que você está em fazendo?” em 140 caracteres.

Micro-blog? RSS portátil? Chat? Inutilidade pública?

Sei lá.  Na minha opinião, pode ser tudo isso, desde que o conteúdo seja relevante ou interessante pra mim. E acho que isso é uma questão de se escolher bem quem vai seguir. Acredito que o Twitter pode ser uma ferramenta bem interessante para troca de idéias e informações, se usado com bom senso, como tudo nesta vida.

Hoje mesmo dei um unfollow na Rosana Hermann. Ela até twitta coisas legais, mas é compulsiva: posta freneticamente, o que acaba prejudicando a qualidade do conteúdo no geral. Eu sei que o que é importante (ou não) é muito relativo, depende do gosto de cada um.  Se o John Mayer twittar dizendo que saiu do banho e está só de toalha eu vou achar o máximo – o que não aconteceria se a Rosana fizesse o mesmo. Mas se começar a aparecer muita gente postando só pra dizer que tá twittando da pri, eu fecho minha conta.

Por enquanto, está divertido. Vamos ver no que dá.

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Pra quem não entendeu nada do que eu falei e quer entender ou pra quem entendeu e quer rir um pouco, veja esse video.

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Patrick Dempsey tendo que pagar pra arrumar uma namorada?

Cho-ca-da.

Morria e não sabia que o tudo-tudo Dr. McDreamy da série Grey’s Anatomy era o nerd-fofo do filme (atenção para a revelaçao da idade) pelo qual era apaixonada nos meus tempos de Sessão da Tarde: Namorada de Aluguel.

Dr. McDreamy: antes e depois

Pois é. O tempo passa, o tempo voa… E a poupança Bamerindus nem existe mais!

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Faça você mesmo

Tô preparando a nova versão do layout do MB que vem por aí (tchanannnn) e aproveitei para dar uma mudada por aqui também – como se não mudasse sempre. (Gostaram?)

Engraçado que fiquei lembrando de quando comecei a mexer com isso, sem saber absolutamente nada, apenas com a cara e a coragem. Tudo bem que sempre fui enxerida a aprender tudo sozinha e não entender algo (que eu quero) me deixa profundamente frustrada. Eu tento, tento de novo, insisto até conseguir.

Do mesmo modo que me incomoda profundamente pessoas que não sabem e não querem aprender. Odeio coisas do tipo “Ah, não sei, faz pra mim?” e adoro um “Ah, não sei, mas você me ensina?”. Pra mim, aprender algo é mais do que um prazer, é um desafio instigante. É um prazer que você vai saboreando aos poucos, a cada descoberta, a cada solução de problema, até o deleite da vitória final.

No MB mesmo, eu comecei a mexer porque os templates feito por terceiros não estavam satisfazendo. E olha que eram layouts ótimos, mas é aquilo: a gente sempre quer a coisa do NOSSO jeito.

Eu sempre penso assim… Se você quer algo, corra atrás. Se não sabe fazer, descubra como. Não espere que alguém faça por você. Não deixe essa realização para os outros. Aprenda a construir seus próprios castelos.

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Sex and the city meRmo

Sempre ouvi de todo mundo que o MB é a cara de Sex and the city, mas nunca achei nada que provasse essa teoria por A+B, além de sermos quatro mulheres e o tema central ser relacionamentos. Por incrível que pareça, nunca tinha visto a série e resolvi me redimir assistindo a tudo desde o início. (Estou na terceira temporada!)

Em um dos episódios, Carrie tava quase se debatendo de vontade de ligar pro escroto do Big, depois de ter tido mais uma de suas reaídas, mesmo tendo um namorado lindo e perfeito. E o negócio tava tão frenético que o “se debatendo” era até literal…

Fazendo comparações entre o que ela devia e o que queria fazer, racional e emocional, com os lados esquerdo e direito do cérebro, ela acaba se rendendo à tentação de procurar o Big. Ao admitir a burrada, solta:

“Não era lado esquerdo ou direito, era falta de cérebro.”

Rá! Sem mais perguntas meritíssimo.

(Carrie é um bicho burro meRmo!)

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Paz

Sorte de hoje: Faça apenas o que o coração manda.

O biscoito da sorte idiota e repetitivo do Orkut está certo.

Parcialmente.

Porque você pode até encontrar a felicidade seguindo o seu coração.

Mas não há sentimento melhor do que a PAZ que encontramos quando cabeça e coração nos apontam o mesmo caminho.

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Palavras ao vento

As pessoas são f*da… Todo mundo fala, fala, fala… Sem a menor preocupação se vai fazer aquilo ou não… Falam por falar, como se palavras nao valessem nada… E, não, não estou falando de mentira no sentido literal da coisa… Hoje até o famoso “vamos marcar alguma coisa? vamos mesmo!” tá me irritando.

(Mas deixa eu parar de reclamar porque o ser humano é assim mesmo e tenho que me acostumar, não é mesmo?)

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